domingo, 3 de julho de 2011

O Retorno do Planeta Chupão - Cinema de Objetos

Sinopse do filme:
Uma mulher gaúcha afrodescendente (Abayomi) é surpreendida pela força eletromagnética do gigantesco Planeta Chupão que, em sua trajetória elíptica de milhões de anos, torna a passar próximo a Terra. Se concretiza a sábia profecia do velho índio que denunciou o modo de vida contemporâneo do homem que vive a partir do tempo artificial e esbanja dos recursos naturais em um neurótico egoísmo antropocêntrico.
Música de Ranato Borguetti (uma releitura)
Ficção
12 anos
Direção roteiro e produção de Cláudia Quadros

video

4 comentários:

  1. Que doidoo!!Isso que é produção independente!!!!
    Que meda desse índio!!!!De onde vem esse texto?Bjs.Ami

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  2. De onde tirou estas idéias? Da sua caixola ''mágica''?

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  3. hehe!gostaram? Essa história é baseada num planeta que Chico Xavier chamou de planeta X, tem outros nomes também os espiritas o chamam de Planeta X; o Apocalipse, de Absinto; os Babilônios, de Nibiru; os gnósticos, de Hercólubus. Mas parece que o nome é Marduk, que é como os Sumérios o conheciam. O aparecimento cíclico desse corpo celeste está milenarmente ligado a catástrofes e fins de civilizações.
    . É uma história muito doida dizem que este planeta existe e é enormemente maior que a Terra (2x) e que tem influência no Sistema Solar. Esse planeta visita a Terra periodicamente.
    "As informações que temos é que o tal planeta é muito grande, pouco maior que Netuno, e tem uma órbita extremamente elíptica, com um perigeu (distância máxima do Sol) de 400 a 500 unidades astronômicas (1 ua = distância da Terra ao Sol), e um perigeu de umas 4 ou 5 ua (entre o Cinturão de Asteróides e Júpiter). Ou seja, a maior parte do tempo ele fica longe demais do Sol (daí a dificuldade de detecção). Parece que ele é dotado de uma espécie de camada tênue sobre a atmosfera, para conservar o calor, a qual está em infravermelho, fora do espectro visível, daí muitos videntes dizerem que este é um planeta de cor tipicamente avermelhada. Lembramos que apenas em 1997 é que foi encontrado o chamado décimo planeta, a uma distância de cerca de 120 ua! (Plutão dista do Sol quase 40 ua). Imagine 500!
    A aproximação deste gigante dos céus poderá causar seriíssimas perturbações na Terra e em outros planetas, especialmente em Marte e Urano, segundo constam afirmações gnósticas. Daí a correlação toda com várias profecias, e isto, se ocorrer realmente, deverá ser nas próximas décadas. É claro que ele já foi detectado por diversos cientistas, e podemos ter certeza que a preocupação nos meios da Inteligência norte-americanos é enorme.
    Interpretando esse fenômeno na visão espírita e católica, essa será a separação do Joio do Trigo. Diz-se que os ciclos de reencarnação na Terra estão acabando, pois a Terra deixará de ser um planeta de expiações (pagamento de penas kármicas, devido à extinção de nosso Ego animal), e, quem não “tomar jeito” agora, não vai ter mais tempo de se redimir, indo para outras esferas (dimensionais) mais baixas. Ou seja… o paraíso é aqui, em nosso próprio coração, em nossos Mundos Internos… ou melhor, será aqui, algum dia. O Marduk vibra numa faixa tão baixa, tão ruim, que os espíritos afinados com essa faixa vão ser sugados para lá.

    Ou seja, atrai os espíritos “ruins”, atrasados, que vibram na mesma sintonia. Serão, assim, arrastados pelo planeta, até serem “jogados” às dimensões inferiores da Natureza, como aconteceu com a Terra, nos primórdios da humanidade.
    Se é verdade ou não...tem gente que acredita.
    bjs mil!

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Canção do Exílio

Minha terra tem palmeiras
onde canta o sabiá
as aves que aqui gorjeiam,
não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas
nossas várzeas tem mais flores,
nossos bosques tem mais vida
nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, a noite
mais prazer eu encontro lá
minha terra tem palmeiras
onde canta o sabiá.

Minha terra tem primores
que tais não encontro eu cá
em cismar sozinho a noite
mais prazer eu encontro lá
minha terra tem palmeiras
onde canta o sabiá

Não permita Deus que eu morra
sem que eu volte para lá
sem que desfrute os primores
que não encontro por cá
sem qu'inda aviste as palmeiras
onde canta o sabiá.

GONÇALVES DIAS